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Sobre

Chamo-me Alexandra.

Tenho 53 anos, sou mãe, engenheira civil & mentora espiritual. Este é o lugar em que me sento ao teu lado enquanto te lembras de quem és.

Em Coimbra & no silêncio
Retrato em breve Alexandra Costa
A minha história

Antes de orientar
outras mulheres,
orientei-me a mim.

Cresci com as mãos na terra e os olhos nos números. Em casa aprendeu-se que a vida se resolve — e eu resolvi tudo o que me puseram à frente. Engenheira civil, mãe aos trinta e dois, mãe de novo aos cinquenta e dois. Entre uma maternidade e a outra coube uma vida inteira — e quase uma segunda.

Houve um ano em que tudo parou. O corpo avisou primeiro, como costuma fazer. Depois foi a relação. Depois o trabalho que eu tinha construído com orgulho e suor. Três pilares que caíram mais ou menos ao mesmo tempo, como se a vida tivesse decidido que precisava de me mostrar qual era o alicerce verdadeiro — o único que não ruía.

Demorei anos a construir esse chão. Não foi terapia, não foi coaching, não foi meditação em retiros caros. Foi toda a gente e nada disso. Foi livros à meia-noite, conversas honestas com mulheres mais velhas, lágrimas na cozinha, caminhadas sem destino, e sobretudo, sobretudo — a escolha consciente, quase diária, de não fingir que estava bem.

Hoje, ao olhar para trás, percebo que o que me reconstruiu não foi uma técnica nem um guru. Foi a lenta paciência de me habitar. Foi descobrir que debaixo de todas as versões performativas de mim — a filha, a engenheira, a esposa, a mãe — havia uma mulher que eu nunca tinha conhecido. E que ela estava à minha espera.

Não ensino nada que já não saibas.
Sento-me ao teu lado enquanto te lembras.

— Alexandra

Três travessias

Aquilo que
me ensinou
a acompanhar.

2011

A saúde que pediu atenção.

O corpo não pede licença duas vezes. Aprendi, pela força, que o cuidado não é luxo — é a base de tudo o resto. Hoje sei distinguir cansaço de esgotamento, e acompanho outras mulheres a fazer essa mesma distinção antes que seja tarde.

2017

A relação que se desfez.

Saí de um casamento longo sem um plano. Descobri que começar outra vez aos quarenta e poucos é um acto de coragem silenciosa que o mundo raramente reconhece — e que é, talvez, a forma mais honesta de amar a vida.

2021

Voltar a ser mãe — vinte anos depois.

Ser mãe duas vezes com duas décadas entre elas é ter duas vidas dentro da mesma. Ensinou-me que o tempo é mais generoso do que parece. E que nunca é tarde para começar aquilo que a alma pede.

Como trabalho

Sem manuais.
Com escuta.
A teu tempo.

Primeiro

Escuto.

Cada mulher chega com uma história que é só dela. Começo sempre por ouvir — sem agenda, sem diagnóstico, sem pressa de resolver.

Depois

Reflectimos.

Olhamos juntas para o que está a pedir atenção. Usamos a escrita, o silêncio, perguntas certeiras e, por vezes, rituais simples. Nada complicado.

No fim

Ancoramos.

Cada sessão termina com algo concreto para levar — uma prática, uma pergunta, um pequeno gesto. O trabalho continua em ti, no teu tempo.

Se estás a ler isto

Talvez já saibas
que é o momento.

Uma conversa inicial gratuita. 30 minutos. Sem compromisso. Sem pressão. Apenas duas mulheres a sentir se há caminho para fazer juntas.

Marcar Conversa Inicial

Com alma, Alexandra